Trate o atalho como uma placa de sinalização. Anote o rótulo que você vê, a pasta que o contém e se ele abre; depois, avalie o arquivo de destino somente quando puder efetivamente abri-lo e inspecioná-lo. Se o original permanecer privado, ausente ou ambíguo, registre esse limite preciso e pare. Não solicite acesso privado e não presuma quem escreveu o destino com base em quem é dono da pasta que contém o ponteiro.
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Comece pelo que o atalho realmente mostra
Um atalho é uma referência que aponta de volta para um arquivo ou pasta original. Ele pode aparecer em uma pasta com um título e uma localização que você consegue ler mesmo sem permissão para abrir o original. Isso é a primeira coisa a registrar: o rótulo visível, onde ele está e o que acontece quando você tenta segui-lo. A entrada do atalho e o destino são itens separados, portanto a pasta que você está navegando é evidência de onde um ponteiro é mantido, não evidência do que o destino contém. [Google Drive: atalhos e acesso ao arquivo original]
- Escreva o título do atalho exatamente como exibido, além do caminho da pasta onde o encontrou.
- Anote se segui-lo abre um arquivo legível, mostra uma barreira de acesso ou não leva a nada.
- Não descreva o conteúdo do destino até que ele abra para você.
Separe o ponteiro do autor ou proprietário
Como a propriedade do atalho e a propriedade do destino são separadas, a pessoa ou equipe cuja pasta contém o atalho não é automaticamente autora ou proprietária do original. Uma referência pode ser colocada em um espaço compartilhado por alguém que apenas está coletando links. A criação de um atalho também não altera as permissões do arquivo original, então o ponteiro não lhe dá nenhum direito novo de ver o destino. Ao citar uma fonte, atribua-a ao que o próprio destino declara, não à pasta onde você encontrou a referência. [Google Drive: atalhos e acesso ao arquivo original]
Várias entradas podem apontar para uma única fonte
Uma pasta pode conter várias entradas que são todas referências a um único original. Elas não são cópias independentes, e contá-las como fontes separadas superestimaria a quantidade de evidência que você tem. Antes de tratar duas entradas como dois documentos, verifique se cada uma abre para o mesmo conteúdo. Se você não conseguir abrir nenhum dos destinos, registre-os como referências não verificadas, e não como duplicatas confirmadas.
- Compare os destinos abertos pelos próprios títulos e conteúdo declarado, não apenas pelos rótulos dos atalhos.
- Se dois atalhos não puderem ser abertos, liste-os como referências de status desconhecido.
O que registrar quando o original permanece privado
Quando o destino é privado, está ausente ou não abre, isso é um achado que vale a pena manter. Registre a data, o rótulo do atalho, a pasta em que ele apareceu e a barreira exata que você encontrou, como uma página de solicitação de acesso ou um resultado vazio. Não envie solicitações de acesso ao aparente proprietário como forma de concluir a inspeção, e não preencha a lacuna com suposições sobre o autor ou o conteúdo. O limite é o resultado; a inferência sem suporte, não.
- Declare claramente que o destino não pôde ser inspecionado, e por quê.
- Deixe autoria, conteúdo e propriedade como desconhecidos, em vez de inferidos.
Verifique acesso e adequação antes de citar
Somente depois que o destino abrir é que você deve confirmar que ele é o item que o atalho prometia. Compare o título e o conteúdo com o que você esperava e cite apenas a versão que você consegue efetivamente acessar. Se o destino abrir, mas for diferente do que o rótulo do atalho sugeria, trate a discrepância como um limite a registrar, em vez de encobri-la. As opções de visualização de um arquivo podem variar conforme a conta e a versão do aplicativo, então verifique o que a sua própria visualização oferece antes de presumir que um recurso está disponível.
| observação | limite | próximo passo |
|---|---|---|
| Título do atalho e pasta estão visíveis | Não diz nada sobre o conteúdo do destino | Registre o rótulo e o caminho, depois tente abri-lo |
| Seguir o atalho exibe uma barreira de acesso | O original não está disponível para você | Anote a barreira e pare; não solicite acesso para concluir a verificação |
| O destino abre com um título diferente do esperado | O rótulo do atalho e o destino podem não corresponder | Cite apenas o destino aberto e registre a diferença |
| Duas entradas de pasta parecem semelhantes | Elas podem referenciar o mesmo original | Abra ambas antes de contá-las como fontes separadas |
Mantenha observações e conclusões separadas
Um registro curto com três partes mantém o trabalho honesto: o que você viu, o que isso não consegue estabelecer e o que você fará em seguida. Uma observação pode ser que um atalho com o nome de um relatório aparece em uma pasta compartilhada e abre para um documento legível. O limite é que o proprietário da pasta não é, por isso, demonstrado como autor. O próximo passo é citar o documento aberto pelo próprio título e deixar o autor como desconhecido, a menos que o documento o declare. Um caso hipotético: uma pasta contém um atalho rotulado com o nome de uma organização, mas o destino abre como um aviso não relacionado. A anotação correta é a discrepância, não uma afirmação sobre a organização. [Google Drive: atalhos e acesso ao arquivo original]
Mais algumas perguntas
A pessoa cuja pasta contém o atalho é dona ou autora do arquivo de destino?
Não necessariamente. A propriedade do atalho e a propriedade do arquivo de destino são separadas, e criar um atalho não altera as permissões do original, então o dono da pasta pode estar apenas referenciando o trabalho de outra pessoa.
O que devo fazer se, ao seguir o atalho, ele me pedir para solicitar acesso?
Registre a barreira como seu achado e interrompa a inspeção. Solicitar acesso para concluir uma verificação de citação não é apropriado aqui; anote que o destino não pôde ser inspecionado e evite conclusões sobre seu autor ou conteúdo.
Dois atalhos para o mesmo arquivo são duas fontes?
Não. Várias entradas podem ser referências a um único original, então abra cada destino e compare o conteúdo antes de decidir quantas fontes distintas você realmente tem.
Fontes e notas editoriais
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